quinta-feira, 31 de março de 2011

Acompanhe os trabalhos dos deputados de nossa região:

Estaduais:
Bráulio Braz
Link:


Wilson Batista
Link:

Federais:
Renzo Braz
Link:


Lael Varela
Link:


Fiscalizar nossos representantes políticos. 
Essa é a obrigação de todos os cidadãos.


Fonte das Imagens: Jornal de Muriaé, Diário de Manhuaçu, 
Câmara dos Deputados e Interligado Online

quarta-feira, 30 de março de 2011

O que é isso ??????


Ciclovia construída em Muriaé. 
Foi estourada uma pedreira enorme a cem metros dessa pequena rocha que não foi retirada! 
Por que fazem as coisas assim???

Fonte da imagem: Site Elias Muratori

segunda-feira, 28 de março de 2011

Bullying - Uma realidade a ser encarada!



        Estudos sobre as influências do ambiente escolar e dos sistemas educacionais sobre o desenvolvimento acadêmico do jovem já vêm sendo realizados, mas é necessário também que tais influências sejam observadas pela ótica da saúde. A escola é de grande significância para as crianças e adolescentes, e os que não gostam dela têm maior probabilidade de apresentar desempenhos insatisfatórios, comprometimentos físicos e emocionais à sua saúde ou sentimentos de insatisfação com a vida. 
      Os relacionamentos interpessoais positivos e o desenvolvimento acadêmico
estabelecem uma relação direta, onde os estudantes que perceberem esse apoio terão maiores possibilidades de alcançar um melhor nível de aprendizado. Portanto, a aceitação pelos companheiros é fundamental para o desenvolvimento
da saúde de crianças e adolescentes, aprimorando suas habilidades sociais e fortalecendo a capacidade de reação diante de situações de tensão.
        A agressividade nas escolas é um problema universal. O bullying e a vitimização representam diferentes tipos de envolvimento em situações de violência durante a infância e adolescência. O bullying diz respeito a uma forma de  
afirmação de poder interpessoal através da agressão. A vitimização ocorre quando uma pessoa é feita de receptor do comportamento agressivo de uma outra mais poderosa.  
     Tanto o bullying como a vitimização têm conseqüências negativas imediatas e tardias sobre todos os envolvidos: agressores, vítimas e observadores. Por definição, bullying compreende todas as atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudante contra outro(s), causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder. 
        Essa assimetria de poder associada ao bullying pode ser conseqüente da diferença de idade, tamanho, desenvolvimento físico ou emocional, ou do maior apoio dos demais estudantes. Trata-se de comportamentos agressivos que ocorrem nas escolas e que são tradicionalmente admitidos como naturais, sendo habitualmente ignorados ou não valorizados, tanto por professores quanto pelos pais.
         A adoção universal do termo bullying foi decorrente da dificuldade em traduzi-lo para diversas línguas. Durante a realização da Conferência Internacional Online School Bullying and Violence, de maio a junho de 2005, ficou caracterizado que o amplo conceito dado à palavra bullying dificulta a identificação de um termo nativo correspondente em países como Alemanha, França, Espanha, Portugal e Brasil, entre outros18.
         As pesquisas sobre bullying são recentes e ganharam destaque a partir dos anos 1990, principalmente com Olweus, 1993; Smith & Sharp, 1994; Ross, 1996; Rigby, 1996. Estudos indicam que a prevalência de estudantes vitimizados varia de 8 a 46%, e de agressores, de 5 a 30%3,19.
         A escola é vista, tradicionalmente, como um local de aprendizado, avaliando-se o desempenho dos alunos com base nas notas dos testes de conhecimento e no cumprimento de tarefas acadêmicas. No entanto, três documentos legais formam a base de entendimento com relação ao desenvolvimento e educação de crianças e adolescentes: a Constituição da República Federativa do Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Convenção sobre os Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas. 
      Em todos esses documentos, estão previstos os direitos ao respeito e à dignidade, sendo a educação entendida como um meio de 
prover o pleno desenvolvimento da pessoa e seu preparo para o exercício da cidadania.
        Todos desejamos que as escolas sejam ambientes seguros e saudáveis, onde crianças e adolescentes possam desenvolver, ao máximo, os seus potenciais intelectuais e sociais. Portanto, não se pode admitir que sofram violências que lhes tragam danos físicos e/ou psicológicos, que testemunhem tais fatos e se calem para que não sejam também agredidos e acabem por achá-los banais ou, pior ainda, que
diante da omissão e tolerância dos adultos, adotem comportamentos agressivos.
         A Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (ABRAPIA) desenvolveu o Programa de Redução do Comportamento Agressivo entre Estudantes, objetivando investigar as características desses atos entre 5.500 alunos de quinta à oitava série do ensino fundamental e sistematizar estratégias de intervenção capazes de prevenir a sua ocorrência.
          Apesar de o estudo ter sido realizado em pouco mais de 1 ano, de setembro de 2002 a outubro de 2003, foi possível reduzir a agressividade entre os estudantes,
favorecendo o ambiente escolar, o nível de aprendizado, a preservação do patrimônio e, principalmente, as relações humanas (Tabela 1 e 2).

Jornal de Pediatria - Vol. 81, Nº5(supl), 2005

Classificação

    O bullying é classificado como direto, quando as vítimas são atacadas diretamente, ou indireto, quando estão ausentes. São considerados bullying direto os apelidos, agressões físicas, ameaças, roubos, ofensas verbais ou expressões e gestos que geram mal estar aos alvos. São atos utilizados com uma freqüência quatro vezes maior entre os meninos. O bullying indireto compreende atitudes de indiferença, isolamento, difamação e negação aos desejos,sendo mais adotados pelas meninas.
      Uma nova forma de bullying, conhecida como cyberbullying, tem sido observada com uma freqüência cada vez maior no mundo. Segundo Bill Belsey, trata-se do uso da tecnologia da informação e comunicação (e-mails, telefones celulares, mensagens por pagers ou celulares, fotos digitais, sites pessoais difamatórios, ações difamatórias
online) como recurso para a adoção de comportamentos deliberados, repetidos e hostis, de um indivíduo ou grupo, que pretende causar danos a outro(s). A vitimização através de telefones celulares foi admitida por 14 a 23% dos adolescentes entrevistados em três pesquisas. 

Fatores de risco

      Fatores econômicos, sociais e culturais, aspectos inatos de temperamento e influências familiares, de amigos, da escola e da comunidade, constituem riscos para a manifestação do bullying e causam impacto na saúde e desenvolvimento de crianças e adolescentes.
          O bullying é mais prevalente entre alunos com idades entre 11 e 13 anos, sendo menos freqüente na educação infantil e ensino médio. Entre os agressores, observa-se um predomínio do sexo masculino, enquanto que, no papel de vítima, não há diferenças entre gêneros. 
           O fato de os meninos envolverem-se em atos de bullying mais comumente não indica necessariamente que sejam mais agressivos, mas sim que têm maior possibilidade de adotar esse tipo de comportamento. Já a dificuldade em identificar-se o bullying entre as meninas pode estar relacionada ao uso de formas mais sutis.
             Considerando-se que a maioria dos atos de bullying ocorre fora da visão dos adultos, que grande parte das vítimas não reage ou fala sobre a agressão sofrida, pode-se entender por que professores e pais têm pouca percepção do bullying, subestimam a sua prevalência e atuam de forma insuficiente para a redução e interrupção dessas situações. A ABRAPIA identificou que 51,8% dos autores de bullying admitiram não terem sido advertidos. A aparente aceitação dos adultos e a conseqüente sensação de impunidade favorecem a perpetuação do comportamento agressivo. 
        A redução dos fatores de risco pode prevenir o comportamento agressivo entre crianças e adolescentes. Os esforços devem ser direcionados para a diminuição da exposição à violência no ambiente escolar, doméstico e comunitário, além daquela divulgada pela mídia.

Fonte: Bullying – comportamento agressivo entre estudantes
Bullying – aggressive behavior among students
Aramis A. Lopes Neto*

quinta-feira, 24 de março de 2011

Japão: uma reflexão sobre a região e o seu tectonismo.

        Após alguns dias do terremoto no Japão a mídia já explicou muitas vezes o que acorreu lá. Farei aqui através da amostra de algumas imagens um breve reflexão sobre a região do Japão. 
Observe as imagens e tabela:


Nesta imagem se pode ver claramente uma grande fenda no fundo do oceano pacífico nas proximidades da costa japonesa. À direita temos a placa tectônica do pacífico e à esquerda a placa asiática. Cabe lembrar ainda, que a placa das filipinas também se encontra com essas duas nas proximidades do Japão.


Existem alguns tipos de encontro de placas tectônicas. No caso do Japão, o tipo é convergente, ou seja, elas caminhão na direção umas das outras. Acontece também nessa região, a subducção da placa do pacífico. Em outras palavras, a placa do pacífico entra para baixo da placa asiática e é destruída pelo contato com o manto da Terra, onde há o magma (Rocha derretida) devido as altas temperaturas.


Nesse mapa se pode ter a noção do alcance e intensidade dos abalos sísmicos no território japonês. 


Para se ter uma noção, o terremoto do Japão chegou ao nível 9 de magnitude. 


Outros comentários:

         Os terremotos são difíceis de serem previstos, quando acontecem em questão de segundos deixam um rasto de destruição derivando prejuízos financeiros e vítimas humanas. 
         Anualmente ocorrem cerca de 300 mil tremores em todo planeta, muitos deles não são percebidos. Esse fenômeno ocorre em diferentes intensidades e intervalos de tempo. 

Para saber quais os principais terremotos que já aconteceram na história acesse este link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_sismos

Cristian Lima


Soneto Amargurado - Por: Clélio de S.Lima Jr

Criaturas tão perdidas sem caminhos pra escolher,
pois apenas acreditam que em só um vão perecer,
sem ao menos ver da luta que podiam ter vencido,
Caminhando em uma reta sem saber o que vem vindo

A derrota é a tristeza que invadiu meu coração,
ao saber que com esperteza quis sair sem direção,
foi saindo para longe com a faca em uma das mãos,
arrancando grandes nacos do me triste coração

Foi levando com leveza todas minhas alegrias
que há pouco com certeza eras tu quem me trazia,
e meu olho marejado viu meu peito se apertar,

Quase seco de amargura e de dor a suspirar,
já dizia o poeta “que pode os homens se não entre as criaturas amar?”
perguntava com certeza de um dia descansar. 

Clelio Jr.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Câmara realiza debate sobre reforma política com participação dos internautas nesta quinta!!

        
       A Comissão Especial da Reforma Política realiza na quinta-feira (24) a primeira audiência pública para debater o sistema eleitoral brasileiro. Serão convidados o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Walter Costa Porto; o juiz Marlon Jacinto Reis, integrante do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral; e representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
       Os internautas poderão enviar antecipadamente perguntas para os convidados pelo e-mail pergunte@camara.gov.br. Os questionamentos serão feitos por intermédio dos deputados que participarão do debate. Na quinta-feira, a audiência será transmitida ao vivo pela Agência Câmara. O debate está marcado para as 9 horas, no plenário 2.
       De acordo com o sistema de trabalho definido pela comissão, as reuniões de quinta-feira serão destinadas à realização de audiências públicas relacionadas ao tema que estiver sendo discutido no momento, enquanto as votações serão concentradas nas reuniões de terça-feira.
        Além dos quatro convidados iniciais, foram aprovados convites a diversas outras pessoas que serão chamadas posteriormente: o diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto de Queiroz; os sociólogos Maria Francisca Coelho, Maria Victória Benevides, Francisco de Oliveira e Guacira Cesar de Oliveira; a filósofa Marilena Chauí; e o cientista político Bolívar Lamounier. Todos os requerimentos foram apresentados pela deputada Luiza Erundina (PSB-SP).

Sistema eleitoral

         Na terça-feira (22), houve uma apresentação geral aos deputados sobre os modelos de sistemas eleitorais – sistema proporcional, voto distrital, voto distrital misto, voto majoritário da circunscrição (o chamado distritão, que corresponde a todos os eleitores de um estado), lista aberta de candidatos (como é hoje) e lista preordenada de candidatos.
        Segundo o cronograma anunciado pelo presidente da comissão, deputado Almeida Lima (PMDB-SE), os debates seguintes tratarão de financiamento de campanha, de regras de campanhas e propaganda eleitoral, e de instrumentos de participação popular (como plebiscito, referendo e projetos de iniciativa popular). Paralelamente, a comissão vai realizar cinco audiências externas, em estados das cinco regiões geográficas brasileiras.
        A intenção de Almeida Lima é apresentar, ao final dos trabalhos, três propostas legislativas de acordo com a natureza dos temas: uma proposta de emenda à Constituição (PEC), um projeto de lei e um projeto de lei complementar. O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) anunciou que seu partido vai defender que a reforma política aprovada no Congresso seja submetida à aprovação popular, por meio de plebiscito ou referendo.

Reportagem – Rodrigo Bittar 
Edição - Pierre Triboli

Fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/POLITICA/194722-
COMISSAO-DA-REFORMA-POLITICA-REALIZA-AUDIENCIA-PUBLICA
-NESTA-QUINTA.html
Fonte da Imagem: http://pirini.blogspot.com/2010/08/
camara-deputados-so-retomarao-votacoes.html


Resumo:

O que: Debate da Comissão de Reforma Política a respeito do sistema eleitoral brasileiro.
Quando: Nesta quinta-feira (24) às 09hs.
Para participar: pergunte@camara.gov.br

E segue a reforma política...

       A comissão de reforma política aprovou, nesta terça-feira, o fim das coligações para as eleições de deputados federais, estaduais e vereadores. Todos os 18 senadores da comissão foram contra essas coligações. 

      Se a decisão for mantida pelo Congresso, valerão apenas as coligações para cargos de presidente da República, governador e senador. Além disso, por  falta de consenso, foi adiada para quinta-feira a votação sobre as mudanças no sistema eleitoral.

Fonte: http://www.band.com.br/jornaldaband/conteudo.asp?ID=100000413030

terça-feira, 22 de março de 2011

Belisário-Muriaé: um tesouro turístico!

       
         Neste final de semana passado estivemos em Belisário - Distrito de Muriaé - onde vi uma atmosfera diferente. A cidade está ganhando uma identidade turística. A igreja matriz está com uma pintura deslumbrante, ainda mais a noite, quando uma iluminação especial destaca a fachada; as casas da rua principal estão ganhando uma nova pintura; e as ruas que antes eram de terra, ganharam um calçamento muito charmoso. Quem vai a Belisário pode alugar charrete, quadriciclo, cavalos, caiac para descer o rio, guia para trilhas ecológicas (inclusive para o Pico do Itajuru), entre outras coisas. 
         Falando sobre potencialidade turísticas e possibilidades, vamos pegar para comparar a cidade de Raposo - RJ. Num lugar onde só haviam as águas minerais e um lugarejo simples do interior, foi CRIADO um projeto turístico que fez a cidade ganhar outra dimensão e importância. Hoje você vai lá e encontra uma grande rede hoteleira (a qual emprega uma grande porção das pessoas da cidade), vê praças bonitas e serviços de entretenimento aos turistas.
         Agora, se pegarmos a potencialidade de Belisário, onde há atrativos de paisagens naturais (Pico do Itajuru, cachoeiras e o próprio ambiente rural em si), atrativos gastronômicos, aventuras, clima fresco de montanhas e um cronograma de festas anuais completíssimo,  sem contar o caráter acolhedor, próprio do povo belisarense, veremos uma potência turística. Se comparado com o que Raposo tinha e o que foi construído, imagine Belisário...
         Tenho visto um projeto ser desenvolvido lentamente no distrito, o que é muito bom. Porém quero dar algumas dicas quanto a alguns pontos, os quais, acredito que consolidarão o turismo no distrito. Primeiro é a revitalização das praças, deve ser criado outro projeto paisagístico para elas, bem como uma outra praça ao lado da Escola Estadual. Segundo é a estrada. Não precisa necessariamente estar asfaltada, mas sempre em bom estado de conservação. E um terceiro ponto é a criação de políticas públicas direcionadas para este fim, e que incentivem a chegada de investimentos privados para o distrito, principalmente para a rede hoteleira.
          Por fim, quero destacar a coragem de um Jovem empresário que acabou de montar uma empresa de prestação de serviços turísticos no distrito de Belisário (Vergê Turismo), a qual está tendo muito sucesso no ramo. Afinal, "juntou a fome com a vontade de comer". Todos os serviços citados acima são feitos pela empresa. 
          Eu já estou juntando meu grupo de amigos para descermos o rio Fumaça de Caiac no início de Abril... 
          Parabéns a todos que lutam por essa realização, que está muito próxima no distrito. Todos, Sociedade e Estado, só temos a ganhar com o desenvolvimento dessa atividade econômica em Belisário. 
          Cristian Lima









Fontes das fotos: Livro "Pico do Itajuru: Contos e Histórias" e Blog "Em Belisário".

sábado, 19 de março de 2011

O que nós representamos no universo? Veja as comparações e proporções.















Quando vi este esquema de escalas, fiquei impressionado. Como nós não temos a noção do tamanho das coisas, do que realmente somos na dimensão do universo? Se compararmos com nossa realidade empírica, não chegamos a ser nem bactérias. 
Pense um pouco sobre isso.

Cristian Lima

sexta-feira, 18 de março de 2011

Está formado o Conselho Municipal de Políticas Públicas para a Juventude de Muriaé!


        Ontem, dia 17 de março de 2011, aconteceu na sala de reuniões da Secretaria Municipal de Ação Social a primeira reunião do Conselho Municipal de Políticas Públicas para a Juventude. Na reunião estiveram presentes representantes de vários seguimentos da Sociedade Civil e do Estado, os quais elegeram a diretoria do Conselho.

Assim, ficou decidido:

Presidente: Vinicius Mendes Ventura - IFOP
Vice-presidente: Victor - Secretaria Municipal de Ação Social - SMAS
Secretário: Juliana - PJ
Vice-Secretário: Vanilda - Rede de escolas estaduais e professores
Tesoureiro: Adelina - SMAS
Vice-Tesoureiro: Diogo- Secretaria Municipal de Saúde.

            Também formam o conselho, os representantes da FAFISM, CDModa, Senai, Movimento Pró-Cultura, FUNDART, Secretaria de educação, Pro-Jovem Adolescente, Escola Estadual Prof. Orlando de Lima Faria.
            É importante lembrar que o conselho ainda está em aberto para a participação de outras representações, tanto do Estado, como da Sociedade Civil.
           Outra coisa. No dia 31 de março de 2011, haverá a posse oficial do conselho pelo representante da Secretaria de Estado de Esporte e Juventude, no teatro Zaccarias Marques às 18hs.
           Daqui pra frente vamos caminhar juntos rumo à políticas públicas eficazes para as juventudes muriaeenses. Parabéns ao município e a todos os colegas conselheiros!

           Como diria o poeta suburbano: "Tamo junto".


Cristian Lima

Fonte da foto:  Adelina (Secretaria de Ação Social )

Olha a reforma política saindo aê gente!!!

         
            A Comissão de Reforma Política do Senado aprovou nesta quinta-feira o fim da reeleição no país, com a ampliação dos mandatos no Poder Executivo para cinco anos --que valeria para presidente da República, governadores e prefeitos.
         Se for aprovada pelo Congresso como na comissão, a regra não valerá para quem já ocupa cargos de comando no Executivo, como a presidente Dilma Rousseff --que continuaria tendo direito a disputar a reeleição daqui a quatro anos.
          A mudança entraria em vigor para os eleitos em 2014, o que atingiria a petista somente se ela fosse reeleita para um segundo mandato.
         Os senadores também decidiram manter o sistema do voto obrigatório no país, mesmo com parte da comissão favorável ao voto facultativo. "Temo o risco de termos governantes eleitos por uma minoria pouco expressiva. Em momentos de crise, isso pode gerar instabilidade", disse o senador Aécio Neves (PSDB-MG).
          A comissão vai apresentar somente no dia 5 de abril o relatório final com todas as suas decisões, mas até lá vai discutir quatro temas da reforma por semana --com decisões parciais a respeito de cada um.
         Apenas dois senadores se declararam favoráveis à manutenção da reeleição no Poder Executivo: Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) e Francisco Dornelles (PP-RJ). Outros doze senadores foram contrários à manutenção do modelo atual, em que os chefes dos Executivos assumem mandatos de quatro anos, com a possibilidade de reeleição.
         "A reeleição é um instituto pouco republicano. Na época em que foi votada, fiquei extremamente preocupado. Participar da eleição com alguém com a máquina e a caneta cheia de tinta é muito complicado", disse o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), ex-presidente da República.
          Também ex-presidente, o senador Itamar Franco (PPS-MG) disse que Fernando Henrique Cardoso (PSDB) "impôs" a reeleição ao país em 1997 enquanto estava na Presidência da República para benefício próprio. "Ele não teve nem o cuidado de dizer que seria depois do seu mandato", afirmou.

VOTO OBRIGATÓRIO

         Favorável à reeleição, Ferreira disse que o cidadão tem o direito de manter no poder um dirigente que faz um bom trabalho. "Se o cidadão está feliz com a condução do governo, por que não dar a ele o direito de exercer essa preferência", questionou o tucano.
O voto facultativo teve o apoio de apenas três senadores: Demóstenes Torres (DEM-GO), Itamar Franco e Francisco Dornelles.
         Sobre a manutenção do voto obrigatório, o senador Humberto Costa (PT-PE) disse que o poderio econômico pode agir para cooptar eleitores mesmo se o voto for facultativo no país.
"Alguém ia aparecer para alguém votar ou para alguém não votar. Os que não querem exercer o direito do voto já podem hoje votar nulo ou em branco."

Fonte do artigo: Folha de São Paulo -  De Brasília - Gabriela Guerreiro
Fonte da imagem: http://tonymacedo.blogspot.com/

quinta-feira, 17 de março de 2011

Poema - DESABAFO

Posso dizer algo?
Um problema me atormenta.
Não posso resolvê-lo.
Sempre estará distante,
sempre será utopia.

Ânsia, desejo, angustia...
Esperança,sonho, fé...
O tempo vai passar.

Para o futuro,
alguém tem remédio?
Quem vai me parabenizar?

                                   Cristian Lima


quarta-feira, 16 de março de 2011

REFORMA POLÍTICA - Alguns temas em discussão na comissão de Reforma Política.


               O senador Pedro Simon (PMDB-RS) espera, como resultado da reforma política em curso no Congresso, que o voto obrigatório seja mantido no país, mas que se acabe com a possibilidade de reeleição para presidente, governadores e prefeitos. Os dois temas serão discutidos nesta semana pela Comissão de Reforma Política.
           Com a experiência de 50 anos de vida pública e exercendo seu quarto mandato de senador, Simon mostra grande disposição para contribuir para o aperfeiçoamento da representação política no país. Mesmo não tendo sido indicado para compor a comissão, ele demonstra grande interesse em participar dos debates na Casa.
            Para Simon, os dois outros temas da semana na comissão - suplência de senador e mudança da data da posse de chefes do Executivo - estão em posições opostas em termos de dificuldades de entendimento. O primeiro é um assunto "muito complicado", objeto de longas discussões no Senado, sem sucesso. O segundo, ao contrário, conta com o apoio de todos e deve ser resolvido com facilidade, acredita ele.
           Mesmo considerando "interessantes" os quatro temas da semana, Simon afirma não serem aspectos essenciais para uma reforma política. Na opinião do senador, a sociedade quer ver equacionados assuntos como a forma de eleição dos deputados e os problemas referentes a partidos políticos, o que inclui tratar de questões como cláusula de barreira, "para que o país não fique como hoje, com 30, 40 partidos".
          Em entrevista à Agência Senado, Pedro Simon analisou os primeiros quatro temas que serão discutidos pela Comissão de Reforma Política:

Reeleição para cargos majoritários

          "Tenho opinião muito clara sobre isso: sou contra a reeleição. Na Constituinte, foi rejeitada a tese da reeleição por ampla maioria. Cinco anos depois, foi feita uma revisão da Constituição, já prevista pela Constituinte. Naquela altura, o presidente da República era Itamar Franco e eu era o líder do governo. Em reunião com a equipe do governo, Itamar disse que na Constituinte, como senador, ele votou contra a reeleição e que seria contra novamente. Fernando Henrique Cardoso, que era então ministro da Fazenda, também disse que, na Constituinte, votou contra e que se mantinha contra. E nós então votamos contra a tese da reeleição. Mesmo assim, ela por pouco não passou, na revisão da Constituição, porque governadores e prefeitos eram favoráveis.
          Depois, no governo do Fernando Henrique, surpreendentemente, ele patrocinou uma emenda [Emenda Constitucional 16/1997]. Uma emenda que tem muitas dúvidas, muitas interrogações, inclusive com relação a alguns votos, manuseio, verba que entrou. O fato é que foi aprovada a tese da reeleição.
             Hoje, com toda a sinceridade, acho que o ideal é voltar atrás. Aumentar o mandato de quatro para cinco anos, como era, e ser contrário à reeleição. Isso porque a reeleição está dando uma demonstração de que, principalmente nas prefeituras e em alguns governos de estado, a máquina do governo funciona de uma maneira que é impossível resistir. Sou absolutamente contrário à reeleição".

Voto obrigatório ou facultativo

           "Sou absolutamente contra o voto facultativo e sou a favor de ficar o voto obrigatório. Repare que um país como o Brasil, que tem tanta miséria, que tem tanta fome, que tem tantos problemas, que o Estado precisa agir de tantas formas na educação, na saúde, na cultura, na segurança, na fome, na miséria, o voto deve ser obrigatório.
             Qual é o mal do voto obrigatório? O que se perde? O voto é um direito, mas é também uma obrigação. O eleitor pode votar, pode votar em branco, pode anular o voto, pode fazer o que quiser. Se não quer votar, não vota e depois justifica. Se não justifica, o governo perdoa, não cobra multa. Não vejo qual é a vantagem do voto ser facultativo. Mas o voto obrigatório determina um compromisso de milhões de eleitores.
              Fico até com medo se o voto for facultativo. A máquina daqueles que têm dinheiro vai ser acionada para levar eleitores para votar. Vamos ter um fato novo: especialmente em eleições municipais, vai haver uma máquina de corrupção, ônibus para levar o cidadão para votar.
              Os países do primeiro mundo, de economia forte, dizem que o voto é um direito, não é uma obrigação. Então, debaixo dessa tese de que o voto é um direito, não é uma obrigação, deve ser facultativo. Mas, nesses países, verificamos que menos da metade do eleitorado vota".

Suplência de senador

          "Essa é uma questão muito complicada. Ficamos durante um ano [entre 2007 e 2008, quando o tema tramitou na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania - CCJ] discutindo enormemente qual é a melhor maneira de resolver essa questão. Vou ser muito sincero: não tenho um ponto de vista firmado. Existem várias teses. Essa é uma matéria que vou debater, vou discutir.
            Nos Estados Unidos, quando morre um senador, é o governador do seu estado que indica um substituto. Foi o que ocorreu com a morte do senador [Ted] Kennedy. Quando um senador é eleito presidente da República, como foi o caso do [Barack] Obama, o governador de seu estado indica o representante.
              Em outros Estados, quem indica o substituto é a assembleia legislativa, que se reúne e vota o seu representante. Outros são como o Brasil, que tem suplente. Já em outros, se faz uma nova eleição, para se eleger um novo senador. Acho que é uma matéria que tem que ser muito discutida. No final da legislatura passada, o Senado viveu uma situação melindrosa, com grande número de suplentes com mandato.
              Da forma como está hoje, não pode continuar. Um senador se afasta para ser secretário de uma prefeitura e assume seu suplente. E muitas vezes, um senador é eleito governador, coloca seu primeiro suplente de chefe da Casa Civil e assume o mandato de senador seu segundo suplente".

Posse de presidente, governadores e prefeitos

            "A mudança da data da posse é uma unanimidade. A posse no dia 1º de janeiro foi um equívoco muito grave da Constituinte, ainda mais com posse de governador e presidente no mesmo dia. Já teve estado que fez a posse às seis e meia da manhã, para que depois a governadora pudesse assistir a posse presidencial.
              Mas não dá para dizer que isso [discussão sobre data da posse de chefes do Executivo] seja reforma política. Isso é apenas uma correção que deve ser feita".



terça-feira, 15 de março de 2011

Norte da África: além das notícias. Veja nosso comentário.

Imagem para ser refletida antes da leitura 
da notícia e do nosso comentário.

           
Notícia:

        O ditador líbio, Muammar Gaddafi, advertiu aos governos ocidentais que, se houver uma intervenção militar estrangeira em seu país, a Líbia vai se aliar à rede terrorista Al Qaeda. A declaração foi dada em uma entrevista ao jornal italiano "Il Giornale".
          "A Líbia sairá da aliança internacional contra o terrorismo, nos aliaremos com a Al Qaeda e declararemos a Guerra Santa", ameaçou Gaddafi, caso os governos ocidentais se comportem "conosco" como o fizeram no Iraque.
      O ditador disse se sentir "traído" por seu até agora amigo, o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi.
         Gaddafi afirmou ainda que o presidente francês, Nicolas Sarkozy, tem uma espécie de "desordem mental" porque "disse coisas que só um louco poderia dizê-las".
       "Estou realmente surpreso com a atitude de meus amigos europeus. Dessa forma, eles puseram em perigo e danificaram uma série de grandes acordos sobre segurança e cooperação econômica que tínhamos", ressaltou o ditador líbio.
          Na mesma entrevista em que ameaça se aliar à Al Qaeda, Gaddafi criticou os rebeldes líbios que buscam derrubá-lo do poder e os considera aliados de Osama bin Laden, líder da rede terrorista islâmica.
       "Negociar com os terroristas de Osama bin Laden não é possível. Eles mesmos não acreditam no diálogo. Sua ideia da situação em Benghazi é equivocada", ressaltou Kadafi, referindo-se à segunda maior cidade da Líbia, atualmente em poder dos rebeldes do país.
         Segundo o ditador, o Conselho Nacional de Transição Interino (CNTI), autoridade formada pelos rebeldes líbios em Benghazi, "é como se fosse a Al Qaeda".
      Gaddafi afirmou que a oposição dos rebeldes é uma "causa perdida": "Há duas possibilidades: render-se ou escapar".
       "Esses terroristas utilizam os civis como escudos humanos, inclusive as mulheres", declarou o ditador. Ele acrescentou que suas tropas avançam rapidamente em direção a Benghazi "para combater o terrorismo".
             "As ordens às nossas tropas são cercá-los. Se eles se renderem, não vamos matá-los", disse.

AMEAÇAS
          Na semana passada, Gaddafi, declarou que haveria uma revolta armada contra os países ocidentais caso estes criassem uma zona de exclusão imposta pelo ocidente e pela ONU. Em entrevista à TV turca TRT, Gaddafi disse que esses países têm o objetivo de "tomar o petróleo líbio".
           "Se eles tomarem esta decisão, será útil para a Líbia, porque o povo líbio verá a verdade, que o que eles querem é assumir o controle da Líbia e roubar seu petróleo", disse Gaddafi na quarta-feira da semana passada. "Então o povo líbio pegará em armas contra eles", afirmou.
          Países ocidentais discutiram a possibilidade de impor uma zona de restrição a voos sobre a Líbia, para impedir ataques aéreos de forças leais ao governo contra rebeldes. Mas na reunião do G8, nesta quarta-feira, a proposta da França fracassou.
          Em discurso transmitido pela TV estatal líbia horas antes da entrevista à TV turca, Gaddafi acusou "forças externas" de estarem fomentando as insurreições que estão ocorrendo no país. Ele disse que governos europeus e a rede Al Qaeda estão incitando a juventude da Líbia a aderir à revolta contra seu governo.
           O ditador líbio Muammar Gaddafi acusou os países ocidentais de levarem a cabo um 'complô colonialista' contra seu país e descartou negociar com o Conselho Nacional que os rebeldes constituíram em Benghazi, ao qual negou legitimidade e relacionou com a organização terrorista Al Qaeda.
          Em outro discurso, também na semana passada, o ditador disse que os países ocidentais 'querem colonizar a Líbia novamente', citando em particular Estados Unidos, Reino Unido e França.
              Ao ser questionado sobre a possibilidade de negociar com o Conselho Nacional, dos rebeldes, Gaddafi gargalhou e respondeu que 'não há um Conselho Nacional'.
              O líder líbio também assinalou que os ex-membros de seu governo que se somaram ao Conselho "foram retidos pela força" e "ameaçados de morte", de modo que sua única saída foi comprometer-se com os insurgentes.
             'Não são livres, são prisioneiros', acrescentou Gaddafi antes de negar que combata seu próprio povo: 'é uma mentira dos países colonialistas. É um complô colonialista'.
             Em outra entrevista, veiculada pela emissora estatal líbia, Gaddafi afirmou que o objetivo do complô é o controle do petróleo do país e acusou os rebeldes de 'traição', voltando a afirmar que eles são apoiados pela rede terrorista Al Qaeda.

Fonte: Folha de São Paulo

Comentário nosso:

       Ao observar os acontecimentos geopolíticos no oriente médio nos últimos 65 anos, veremos que aquela região passa por um processo de ocidentalização cultural, econômica e política imposta externamente, na maioria das vezes, pelos EUA e aliados.
          São países com culturas totalmente diferentes da nossa, a ocidental. Seus valores são baseados em outras coisas, e não no consumo e satisfação pessoal como o nosso. A religião rege aquelas culturas e eles vivem ao modo que criaram.
            Porém, este modo de vida não contribui diretamente para o sistema capitalista, pois não gera consumidores e alienados como no ocidente. Isso não satisfaz aos grandes do mundo que deixam de lucrar muito com a não-ocidentalização desses países.
          Outra coisa que incomoda muito aos poderosos do norte, é a fartura de combustíveis fósseis existente nessas regiões, combustíveis esses, que o ocidente precisa essencialmente para a manutenção do seu jeito de viver. Uma cultura diferente, ou seja, não globalizada, dificulta as relações comerciais entre ocidente e petroleiros.  
            Nos últimos acontecimentos, os quais acreditamos estar dentro desse contexto, temos visto o norte da África se rebelar contra seus governantes ditatoriais, e percebemos um grande apoio para as revoltas dos mesmos países citados acima .
            Na mídia, só vemos as manchetes falando do "ditador", criando uma imagem deturpada dos presidentes desses países, e formando opiniões manipuladas na comunidade internacional. Será o que tanto incomoda os ocidentais para ferirem a integridade de outros países? Nem todo mundo tem que ser igual não.
             Vamos olhar de outra forma para a realidade do norte da África, vamos desconfiar da forma como as notícias são dadas, e não dos fatos noticiados(Afinal, realmente está acontecendo uma onda de revoltas nos países do norte da África). Vamos desconfiar das interpretações nos passadas. 
        Por fim, quero relacionar essas ondas de revoltas às ocorridas no século XIX para as independências dos países latino-americanos dos europeus e também com as ondas de ditaduras que ocorreram na segunda metade do século XX por aqui. 
            Esses fatos foram motivados por ideologias internacionais de suas épocas. Qual será a ideologia de agora??? O que realmente está movimentando esses fatos no norte da África?

Cristian Lima


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