segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Como as coisas são produzidas? Papel.


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Satélite de 6 toneladas cairá na terra nos próximos dias!


 Quase seis anos depois de completar sua missão de pesquisar a alta atmosfera terrestre, o satélite americano UARS está de volta. De acordo com os últimos cálculos, o satélite deverá reentrar na atmosfera terrestre possivelmente no dia 26, produzindo uma grande chuva de fragmentos incandescentes.


Reentrada do ônibus espacial Columbia

   Segundo a agência espacial americana, Nasa, a maior parte dos fragmentos será incendiada na atmosfera superior, mas pedaços grandes com até 150 quilos deverão chegar intactos à superfície, espalhando entulho espacial em uma faixa de 800 km de comprimento ao longo do caminho.
   No entender da agência americana, a possibilidade de um desses fragmentos atingir alguma pessoa ou propriedade é extremamente baixa. Desde o começo da era espacial, nos anos de 1950, nunca houve qualquer relato de vítimas causadas pela reentrada de objetos espaciais ou danos materiais significativos provocados pela reentrada de satélites.
   Dados estatísticos mostram que a chance de alguma pessoa ser atingida por algum fragmento espacial é da ordem de 1 em 3200.


Difícil
Devido ao grande número de variáveis envolvidas durante um processo descontrolado de reentrada, como no caso do UARS, é muito difícil prever com exatidão o dia e a hora que um satélite vai cair. Nem mesmo a localização é possível estimar com precisão.

    Uma dos principais fatores que impedem uma previsão mais acurada do momento da reentrada é a atividade solar, que interfere de forma bastante acentuada na densidade da atmosfera, alterando significativamente o arrasto produzido nos satélites. Para se ter uma ideia, uma recente tempestade solar fez com que a Estação espacial Internacional, ISS, "caísse" rapidamente 30 km em sua altitude nominal.
   O satélite UARS (Upper Air Atmosferic Research) orbita a Terra na mesma inclinação que a ISS, que é de 56 graus. Assim, toda a faixa do globo compreendida entre as latitudes 56 graus ao norte do equador e 56 graus ao sul do equador podem vir a ser atingidas pelos restos espaciais. Dessa forma, se você já viu a Estação Espacial cruzar o céu também tem chances de ver os fragmentos da reentrada do satélite UARS.


Estimativas
   Os cálculos de reentrada são feitos diversas vezes ao dia e as melhores estimativas até o momento indicam que a data mais provável será dia 26 de setembro. Até 13 de setembro, o satélite orbitava a Terra a uma altitude de apenas 254 km, a 27 mil km/h.
   À medida que o tempo passa, o artefato sofre com os efeitos da densidade do ar nas camadas mais elevadas da atmosfera. Isso o faz perder velocidade e consequentemente, altitude. Normalmente, quando atinge 180 km acima da superfície o processo é irreversível e se não houver propulsão para eleva-lo a uma altitude mais segura, fatalmente cairá.


Reentrada e queima
    Naves que reentram sem controle na atmosfera, normalmente se rompem entre 72 e 84 quilômetros de altitude devido à temperatura e forças aerodinâmicas que agem sobre a estrutura. A altitude nominal do rompimento é de 78 km, mas satélites de grande porte que têm estruturas maiores e mais densas conseguem sobreviver por mais tempo e se rompem em altitudes mais baixas. Painéis solares são destruídos bem antes, quando os satélites ainda estão entre 90 e 95 km.

   Uma vez que a espaçonave ou seu corpo principal se rompem, diversos componentes e fragmentos continuam a perder altura e se aquecer, até que se desintegram ou atingem a superfície. Muitos dos componentes são feitos em alumínio, que se derretem facilmente. Como resultado, essas peças e desintegram quando a nave ainda está em grandes altitudes. Por outro lado, se um componente é feito com material muito resistente, que necessita de altas temperaturas para atingir o derretimento, pode resistir por mais tempo e até mesmo sobreviver à reentrada. Entre esses materiais se encontram o titânio, aço-carbono, aço inox e berilo, comumente usados na construção de satélites.
   O interessante é que ao mesmo tempo em que são resistentes às altas temperaturas, esses materiais também são muito leves (por exemplo, chapas de tungstênio) e como resultado a energia cinética no momento do impacto é tão baixa que raramente provoca danos de grande porte. O problema começa com a composição química residual, que dependendo do componente que sobreviveu à reentrada, pode conter material extremamente tóxico, como a hidrazina, utilizado como combustível ou até mesmo material radioativo, usado na geração de energia elétrica.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Satelite_de_6_toneladas_deve_cair_na_Terra_nos_proximos_dias&posic=dat_20110914-065813.inc

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Como as coisas são produzidas? Pen drive.


Portal da Transparência do governo Federal! Repasses para a prefeitura de Muriaé!

Passo aqui o link do portal da transparência, onde estão algumas informações de repasses de verbas federais feitas para a cidade de Muriaé - MG.

Click:

Pérolas Muriaeenses!

 Essa é no meu bairro! Nada como a boa publicidade!
 Na dúvida preferi não tomar!

 Em Espanhol!
 Como???
 Supletivo, supletivo, supletivo, supletivo!

 Como lê isso?
 Departamento Nacional de Saneamento Urbano! Esse não é o de Muriaé!
 Essa está eternizada!
 E eu jurava que era padaria!
 iii largo heim!



 Como assim?
 O que faz uma retíca!??
 Sugestivo o nome, não???
 Noé!
 Influência de cordel encantado!
Igreja ou Bar???


Agradecimentos ao Léo, que postou essas e outras em seu orkut!

domingo, 18 de setembro de 2011

Charge! Realidade!


O Brasil do século XIX na perspectiva de Eça de Queiroz



"O país perdeu a inteligência e a consciência moral. Não há princípio que não seja desmentido nem instituição que não seja escarnecida. Já não se crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas idéias aumenta a cada dia. A ruína econômica cresce, cresce, cresce... A agiotagem explora o juro. A ignorância pesa sobre o povo como um nevoeiro. O número das escolas é dramático. A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do país. Não é uma existência; é uma expiação. Diz-se por toda a parte: 'O pais está perdido!'."
Eça de Queiroz, em 1871 

sábado, 17 de setembro de 2011

O buraco no muro! Inclusão digital!

     Esse documentário mostra um experimento  denominado de "Buraco no Muro, através do qual crianças indianas têm acesso à rede mundial de computadores, e sem nenhum tipo intermediação, apenas pela oportunidade de contato com o computador, elas desenvolvem habilidades para seu uso. Vale apena assistir.


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Escolhe a Escola - Frei Beto


     
     Não deixa a tua cozinheira,  senhora do sabor e da arte do saber – o que convém à mesa –, perdurar como  incidadã analfabeta. Escolhe a escola.
     Sabes aquele garoto junto  ao sinal vermelho que te cessa o trânsito da vida? Aquele acrobata amador que  faz bailar sobre a cabeça meia-dúzia de bolas ou garrafas? Não dê a ele  esmolas, abra-lhe horizontes, aplaca-lhe a fome de humanidade. Escolhe a  escola.
 Se empregas um jovem de cujo trabalho recebes teu  bem-estar, não o deixes absorvido a ponto de impedi-lo de ler, aprimorar sua  cultura e seu preparo intelectual. Escolhe a escola.
    Não te  entregues à ociosidade inútil de tua aposentadoria, teu tempo absorvido por  programas televisivos de mero entretenimento, os dias a escorrer céleres a  apressar-te a velhice, como se as folhas despidas no outono não mais  retornassem no vigor da primavera. Escolhe a escola.
    Se enfrentas  a atroz dúvida de como presentear os mais jovens, sem a certeza de que haverás  de agradá-los, invista no futuro deles, não dês embrulhos, e sim matrículas.  Escolhe a escola.
    Evita que a tua mente se entorpeça por falta de  uso ou uso rotineiro de tuas ocupações habituais. Amplia a tua visão, aprende um idioma ou a tocar um instrumento musical, matricula-te no curso de  trabalhos manuais ou na oficina de cerâmica. Escolhe a escola.
    Há  por toda parte muitos cursos que ultrapassam os currículos convencionais, de  culinária e bordado, ikebana e yoga, natação e tai chi chuan; cursos por  internet  e TV, correspondência e manuais de autodidatismo. Escolhe a  escola.
    Se encontras um adolescente no meio rural, entregue  precocemente à labuta diária, sem outra cultura senão a que deriva de seus  afazeres e da convivência com os guardiães da memória local, ajuda-o a  aprender que o mundo é mais vasto que a sua aldeia. Escolhe a  escola.
    Todos temos algo a aprender e ensinar. Não guardes para  ti os teus conhecimentos, as tuas habilidades, tantas informações a adularem  tua auto-estima. Socializa-os, divulga-os, partilha com o próximo o teu saber.  Escolhe a escola.
    Se tens tempo livre e podes trabalhar como  voluntário, animando crianças em seus deveres escolares, treinando jovens em  suas habilidades profissionais, entretendo idosos com as tuas histórias e  leituras, não deixa enterrados os teus talentos. Escolhe a  escola.
    Se freqüentas ou tens contato com uma escola, procura  fazer com que ela dialogue com outra escola, troque experiências e  conhecimentos, intercambie alunos e professores, tornando-se escolas irmãs.  Tece entre elas uma rede solidária. Escolhe a escola.
    Saibas que  todas as crianças e todos os jovens envolvidos com criminalidade estão fora da  escola; e muitos são trabalhadores precoces, desprovidos de infância e  juventude, direitos trabalhistas e salário justo. A favor de uma nação  saudável, de cidadania plena, escolhe a escola.
    Ao escolher a  escola, luta para que todos tenham acesso a ela, e que o ensino seja repartido  gratuitamente como os raios solares. Empenha-te para que a escola seja de  qualidade, os professores bem preparados e remunerados, as instalações  adequadas e limpas, os recursos fartos, os equipamentos atualizados. Mas  escolhe a escola.  
   Não se faz cidadania sem  escolaridade, nem democracia sem cultura centrada nos direitos humanos e na  prática intransigente da justiça. Não se aprimora o humano sem ética e valores  infinitos enraizados na subjetividade. Escolhe a escola.
   A escola  nem sempre se resume a uma construção retalhada em salas de aulas, preenchida  por alunos devidamente matriculados. Faz-se escola sob a tenda indígena ou a  lona do assentamento, no quintal de casa ou na sala de uma igreja, na garagem  ao lado ou no cinema cedido às aulas matinais. Escolhe a  escola.
   Doenças endêmicas, como a dengue ou a febre amarela, a  leishmaniose ou a xistosomose, seriam facilmente evitadas se as pessoas  tivessem suficiente educação para cuidar da higiene de si e do ambiente em que  vivem, dos artefatos que manipulam e dos alimentos que consomem. Escolhe a  escola.
   E ao escolher a escola, não permitas que em torno delas  os políticos inflem seus discursos demagógicos. Exige deles – nossos  servidores públicos – compromissos efetivos e assinados, de modo que a  educação, de qualidade e para todos, seja considerada prioridade neste país.  Ao votar, escolhe candidatos comprovadamente empenhados em transformar o  Brasil numa imensa escola voltada ao fortalecimento da cidadania e ao  aprimoramento da democracia.
Frei Betto é escritor,  autor, em parceria com Paulo Freire e Ricardo Kotscho, de “Essa escola chamada  vida” (Ática), entre outros livros.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Realidade da imprensa muriaeense!

     Já escrevi um artigo sobre esse tema no dia 14 de julho de 2011. Aqui vou apenas mostrar umas imagens que copiei dos comentários da postagem do Cristo redentor de Muriaé no site de notícias Silvan Alves. Isso aconteceu nesse site específico, porém é uma demonstração da realidade de todas as mídias da cidade, sejam elas virtuais, impressas, ou rádio-televisivas:







terça-feira, 13 de setembro de 2011

Dia memorável!


Registro aqui para não esquecer do dia 13 de setembro de 2011. Foram 4 anos de espera e hoje consegui realizar algo muito caro pra mim! 

Boas escolhas e paciência são fundamentais para a vida poder viver em paz!

Cristian Lima

Algumas pérolas da sala de aula



domingo, 11 de setembro de 2011

Vinicius de Moraes! Um tostão de sua voz para facilitar a compreensão da vida!



Eu não existo sem você

Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos
Me encaminham pra você

Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você



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A Felicidade

Tristeza não tem fim
Felicidade sim

A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar

A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
Pra tudo se acabar na quarta-feira

Tristeza não tem fim
Felicidade sim

A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranqüila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor

A felicidade é uma coisa boa
E tão delicada também
Tem flores e amores
De todas as cores
Tem ninhos de passarinhos
Tudo de bom ela tem
E é por ela ser assim tão delicada
Que eu trato dela sempre muito bem

Tristeza não tem fim
Felicidade sim

A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite, passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo, por favor
Pra que ela acorde alegre com o dia
Oferecendo beijos de amor



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Soneto de Fidelidade

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.



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O VELHO E A FLOR

Por céus e mares eu andei,
Vi um poeta e vi um rei
Na esperança de saber
O que é o amor.

Ninguém sabia me dizer,
Eu já queria até morrer
Quando um velhinho
Com uma flor assim falou:

O amor é o carinho,
É o espinho que não se vê em cada flor.
É a vida quando
Chega sangrando aberta
em pétalas de amor.



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Como dizia o poeta

Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não



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"O POETA

A vida do poeta tem um ritmo diferente
É um contínuo de dor angustiante.
O poeta é um destinado do sofrimento
Do sofrimento qe lhe clareia a visão de beleza
E sua alma é uma parcela do infinito distante
O infinito que ninguém sonda e ninguém compreende.

Ele é o eterno errante dos caminhos
Que vai, pisando a terra e olhando o céu
Preso pelos exretmos intangíveis
Clareando como um raio de sol a paisagem da vida..."





Vinicius de Moraes

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Inevitável na exposição de Muriaé!


No ano passado aprendi que não dá pra ir de tênis branco na expô! rs! Bom mesmo é o couro, pois é mais fácil de limpar!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Canto filosófico!

O peso da eternidade é algo muito comum em nossa cultura cristã! Mas, será que precisamos carregá-lo?

Pense um pouco e comente... qual sua reflexão sobre as coisas eternas?


Cristian Lima





domingo, 4 de setembro de 2011

Quadra do Inconfidência!

       A quadra do Inconfidência nem foi inaugurada e a população já está usando. Isso é culpa da falta de cidadania das pessoas ou é da administração pública? A obra está parada há algum tempo e parece que vai ficar por terminar. Falta luz e equipamentos de qualidade. Veja as fotos.

Parte do gol quebrada

Jovens jogando bola 

Lixo por toda parte

Lixo 

fogo  

fogo  e arquibancada quebrada

Jovens na quadra 

 Este gol foi quebrado por uma bolada que bateu no ferro! Acredita????

Parece que um dia vai ter luz para a pelada à noite! Afinal, o Inconfidência é um bairro operário, o lazer das pessoas é a noite. 

Piso da arquibancada. 

Muro atrás da quadra usado de dia e a noite para práticas não legais. 




Cristian Lima