terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Respeito!


Igreja Universal! Questão complicada... Faz a gente pensar um pouco sobre religião!


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

FUNDARTE abre escola de áudiovisual em Muriaé!



ESCOLA MUNICIPAL DE AUDIOVISUAL
 
 
A Prefeitura de Muriaé e a Fundarte trazem para você a
Escola Municipal de Audiovisual, interessante curso com
várias disciplinas para ampliar o seu conhecimento:

Princípios da Fotografia,
Técnicas de Filmagem,
Produções em  Audio e Vídeo
e muito mais.
Faça já a sua matrícula e conheça as técnicas de produção audiovisual.
Início das aulas dia 5 de março com inscrições limitadas.
Matrículas no Centro Cultural Grande Hotel Muriahe
(Joyce) tel: 3729-1212

Realização Prefeitura de Muriaé e Fundarte
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1° ano do Blog caminheiro. Muriaé!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Praça Global! Uma internet alternativa!


    A Central WikiLeaks anunciou nessa 3ª-feira uma “Convocação aos Coders”, preparação para o lançamento, em março, da “primeira rede social descentralizada massiva na história da Internet.”
   “O objetivo da Praça Global é perpetuar e disseminar o espírito criativo e cooperativo das ocupações e transformá-lo em formas duradouras de organização social, nos níveis global e local” (...)
   “O objetivo da plataforma, nesse sentido, não deve ser substituir as assembleias físicas, mas dar-lhes maior capacidade, oferecendo as ferramentas online para organização e colaboração local e (trans)nacional. O objetivo é ampliar a participação individual e estruturar a ação coletiva. A Praça Global será nosso próprio espaço público, onde diferentes grupos podem reunir-se para organizar suas próprias praças locais e assembleias.”

* * *

     A Praça Global, uma plataforma de colaboração globalonline para ativistas apoiada por WikiLeaks, dentre outros, planeja já ter um protótipo funcional em março, dizem os criadores.
      Modelada como redes sociais do tipo Facebook eTwitter, A Praça Global, visa a ativistas e à comunidade global e será desenvolvida em torno da tecnologia usuário-a-usuário (P2P) Tribler.
       “O objetivo da Praça Global é perpetuar e disseminar o espírito criativo e cooperativo das ocupações e transformá-las em formatos duradouros de organização social, no plano local e global”. Usando essa tecnologia P2P existente, torna-se virtualmente impossível derrubar ou censurar a rede, disse The Global Squareem declaração essa semana. “Os arquivos de conteúdo não são centralizados em nenhum servidor físico, de modo que a rede pertence aos seus usuários”. 
   O projeto está convocando coders e desenvolvedores voluntários para ajudar a implementar os traços já definidos para a nova plataforma, que terá fonte aberta e será multilíngue.
    WikiLeaks disse em novembro que A Praça Global será uma plataforma online para seu movimento.
    Alguns ativistas disseram no ano passado que era necessário criar uma praça global “na qual pessoas de todos os países pudessem reunir-se como iguais para participar na coordenação de ações coletivas e na formulação de objetivos e aspirações comuns”.
  Uma das ferramentas da plataforma será um mapa interativo que lista todas as assembleias em curso no mundo, opções de busca para que os usuários localizem praças, eventos e grupos de trabalho, um sistema de mensagem público e privado e um fórum para debate público e votações em ocasiões especiais. 
   O projeto começará com um aplicativo para PC e adiante, ainda esse ano, será oferecido também um aplicativo para smartphone. A equipe usará a metodologia Agile de desenvolvimento de programa, focando um módulo durante algumas semanas, que será distribuído e testado; em seguida, passará a focar outro módulo.

Esperança na educação! A nossa única esperança!


      Ontem vivenciei uma situação, a qual bati palmas espontaneamente.
    Uma mãe e seu filho, de aproximadamente 6 anos, andavam na rua do meu bairro. Pareciam pessoas extremamente simples, mas aquela mãe teve uma atitude demais nobre.
    O menino vinha andando um pouco a frente dela quando viu uma lata de lixo na calçada e chutou-a em direção a rua. Imediatamente a mãe mandou o menino voltar e recolher com a mão todo o lixo que ele havia despejado no chão. Quando terminou a mãe perguntou:__ A lata está do jeito que estava? o menino: __sim. Em seguida ela olhou pra ele e disse: __isso é vandalismo, não faça isso nunca mais! O menino, arrependido, ficou quieto.
    Eu, que passava naquela hora, como quando vê uma obra de arte que deslumbra e transcende, comecei a bater palmas para aquela mãe. Ela ficou sem graça, mas eu falei com ela: __ Você acabou de salvar a vida de seu filho.
    Parece até caso de facebook, mas não é. Por isso optei por colocar no blog.
    Famílias conscientes que são educadoras ainda existem. Agora eu acredito.

Cristian Lima

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Igreja do porto está sendo processada sob alegação de poluição sonora!


       Se chegassem com o decibelímetro perto de algumas igrejas pentecostais que vejo por ai, sim veriam poluição sonora. Sem contar que, no meu ponto de vista, igreja não deveria estar sendo a grande preocupação do Ministério Público de Muriaé, o qual tem todo o meu respeito.


Acesse o link e veja com mais detalhe essa notícia.

http://www.jornalomensalao.com.br/2012/02/igrejas-do-bairro-do-porto-na-mira-do.html


Cristian Lima

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Cristóvão Buarque em argumentação contra a internacionalização da amazônia!




    Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!
    Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
     O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.
     Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque: "De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. 
     Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
     Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.
     Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
     Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
     Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do 
mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
     Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
      Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
      Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
     Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Tecnologia educacional: Uma opção!


Olá amigos do iPadDicas.com, hoje estou trazendo um texto interessante sobre as diversas possibilidades que um iPad traz para professores e alunos. Vamos falar sobre o grande diferencial dele e de como ele está conquistando espaço em grandes universidades e colégios do Brasil e do mundo!
Primeiramente os convido para uma leitura de outros artigos que já publicamos anteriormente sobre a utilização do iPad para o aprendizado, como por exemplo, nossa lista de 10 Apps para a Volta às Aulas, um post sobre um gerenciador da vida acadêmica, outro para ficar fera na matemática, enfim, temos muito conteúdo interessante que pode ser de muita utilidade tanto para professores como para alunos!

Leitura e portabilidade

Um dos recursos que mais prometem, mas ainda não é uma total realidade para nós brasileiros é o de leitor de livros digitais. O iBooks, sem uma quantidade substancial de livros em português limita muito a aplicação do iPad para a leitura, mas mesmo assim, é de suma utilidade para professores e alunos que desejam ler e compartilhar PDFs, de uma forma dinâmica e divertida. Veja o iBooks na AppStore

Projeção de aulas

Os professores atualmente precisam se apoiar em ferramentas tecnológicas para atrair a atenção dos mais jovens, que estão em constante contato com a tecnologia. Aulas convencionais são rotuladas de “chatas” e a gurizada está exigindo que os professores se atualizem. É pensando nisso que recomendo aos professores a aquisição de um aplicativo chamado Keynote, que é um similar ao Power Point, porém com muitos recursos gráficos diferenciados e um suporte incrível para a apresentação de aulas. Compre o Keynote por $9,99.
Acessório:
O Keynote é muito interessante mas para poder projetá-lo em sala de aula o professor vai necessitar um Adaptador VGA, que é conectado na saída de 32pinos do iPad. Do outro lado há um conector para projetores ou monitores (VGA).
Este produto pode ser adquirido no Brasil por R$109 na AppleStore Online.

Organização para Alunos e Professores

Não é de hoje que sabemos que o ser humano muitas vezes pode ser atrapalhado, e em ambos lados, tanto os professores como os alunos podem sofrer deste mal, acontece que a vida acadêmica é muito agitada, são muitos trabalhos para entregar, provas para corrigir, salas de aula diferentes… Dê um basta nisso, com o Calendário nativo do iPad sua vida ficará muito mais fácil.
Você pode adicionar seus compromissos, marcar intervalos de repetição, eventos e mais. Com ele ser organizado só depende de você.
Leia este post e aprenda como sincronizar seus diversos calendários do Google Calendar com seu iPad, assim além de estar organizado você terá um backup na nuvem e acessível em multiplataformas.

Anotações durante as classes

O caderno ficou anti-fashion, anti-eco, anti-tudo! Basta de desmatar árvores, a tendência é que a tecnologia entre nas salas de aula. Em uma primeira etapa tivemos a invasão dos Netbooks, porém, agora é cada vez mais freqüente vermos os tablets sobre as mesas dos alunos.
Fazer anotações, exercícios, tarefas. Tudo ficou mais legal depois do iPad!
Um excelente aplicativo para trabalhos de aula é o processador de texto Pages, compatível com arquivos de Microsoft Word. Você pode comprá-lo por $9,99 na AppStore.

Jogos Educativos

As possibilidades de entretenimento educacional com o iPad são quase intermináveis, professores e alunos se divertem juntos com os milhares de aplicativos desenvolvidos para este fim, os desenvolvedores estão enchendo a categoria Educacional da AppStore com aplicativos de qualidade.
Vale a pena dar uma conferida, abra a AppStore e busque pela categoria Educação.

Considerações Finais

Bom gente, essa foi uma pequena pincelada das possibilidades que professores e alunos podem aproveitar com seus iPads. As possibilidades são intermináveis, mas acredito que esse pode ser o pontapé inicial para incentivar professores a levar seus iPads para a sala de aula e começar a desbravar o que o mundo da tecnologia pode jogar à seu favor.
Os alunos, com foco e longe da distração que a web lhes oferece, podem aproveitar e muito a tecnologia em sala de aula. Existem muitos aplicativos para organização, realização de trabalhos e até mesmo aprender se divertindo.
Fica a dica para visitar a seção de Apps Educativos da AppStore e conhecer aplicativos ainda mais interessantes para essa finalidade.
Você utiliza seu iPad em sala de aula? É professor e usa o iPad à seu favor? Conte-nos sua experiência!

Ministro da educação e seu projeto de gestão!


BRASÍLIA - Há menos de duas semanas no cargo de ministro da Educação, Aloizio Mercadante chegou à conclusão de que a escola não está “interessante”. Isso explicaria parte do fato de 3,8 milhões de crianças e jovens entre 4 e 17 anos estarem fora da escola, segundo dados divulgados no início da semana pela ONG Todos pela Educação. Em entrevista ao Estado, o ministro anunciou que discute o pagamento de bônus para as escolas que alfabetizarem todos os alunos até 8 anos. Essa seria sua prioridade na pasta.
Para Mercadante, ensino médio é o maior nó - Beto Barata/AE
Beto Barata/AE
Para Mercadante, ensino médio é o maior nó
Para evitar que a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) sob seu comando não se transforme em nova crise, Mercadante disse que trabalha para aumentar o banco de questões da prova, atualmente com cerca de 6 mil questões - um décimo do mantido nos EUA. Para ele, ainda há risco logístico na prova. A seguir, a entrevista:
O sr. assumiu o cargo anunciando a distribuição de tablets para professores do ensino médio. Mas como pretende cumprir o compromisso assumido pela presidente Dilma Rousseff na campanha de erradicar o analfabetismo? Quase 10% dos jovens e adultos não sabem ler nem escrever um bilhete simples.
A leitura, a redação e as primeiras contas são um direito civilizatório. É um objetivo que estamos perseguindo já há algum tempo e tardiamente, porque o País está muito atrasado no processo educacional. Nossa prioridade vai ser alfabetizar na idade certa, ou seja, reverter essa tendência do analfabetismo funcional.
É muito mais inteligente resolver na idade certa que fazer programa de recuperação depois. E muitas dessas crianças, que vão seguindo sem ler ou escrever, vão abandonar a escola. Estamos concluindo um programa amplo, focando dos 6 aos 8 anos. Precisamos de um programa que motive as prefeituras para colocar os melhores professores nas salas de aulas, que haja bônus nesse processo para o desempenho da escola e um processo de monitoramento, com avaliação pedagógica.

Como vai ser o bônus?
Bônus para as escolas que atinjam os resultados. É um tema que estamos amadurecendo. Se a escola consegue todas as crianças alfabetizadas na idade certa, temos de valorizar essa conquista. Tem de ser um grande esforço nacional.
E o que fazer com o estoque de analfabetos jovens e adultos que diminui lentamente, quase imune aos gastos do Programa Brasil Alfabetizado?
Também é muito importante que a criança frequente a pré-escola. E estamos com um problema. O governo antecipa o pagamento para as prefeituras, mas as creches estão demorando de dois anos a dois anos e meio para ficarem prontas. E o tempo das crianças é agora. Estamos acelerando uma pesquisa sobre novos meios construtivos, estrutura pré-moldadas, abrir opção para os prefeitos, com custo competitivo, fazer algum tipo de pregão eletrônico de serviços de engenharia. Se a gente resolver a entrada, com um programa pedagógico forte, não carregaremos essa herança que carregamos hoje.
Resta o jovem adulto analfabeto nas grandes metrópoles. Vai dar para tirar do papel a meta de erradicar o analfabetismo?
Temos de ser realistas: eleger prioridades e saber o que é uma herança muito antiga. É muito mais fácil construir um programa de alfabetização em parceria com indústria que no interior. A presidente tem uma forma de ver a questão das metas que eu compartilho. Ela diz que sempre precisamos estabelecer metas como quem lida com arco e flecha: mira um pouco mais acima para acertar o alvo. A meta assumida pelo governo em Dacar é chegarmos a 2015 com 6,7% de jovens e adultos analfabetos - temos 9,6%.

O Plano Nacional de Educação prevê a prova nacional de docentes. Isso vai esperar a votação do projeto no Congresso?

Vamos fazer neste ano, acho que a ideia está bem amadurecida. Pretendemos que essa prova ajude a motivar professores para trabalhar em municípios de baixo desempenho na educação e em áreas de risco. Seria uma oportunidade para atrair bons professores para essas áreas. É isso que vai mudar a qualidade da educação.
O sr. mudou o eixo do programa de inclusão digital nas escolas ao anunciar a distribuição de tablets para professores do ensino médio. O programa de distribuição de laptops a alunos foi abandonado, como sugere o estudo encomendado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE)?
O Brasil é o terceiro país onde mais se vende computadores. Para a parcela da população mais pobre, a única opção de acesso verdadeiro é a escola. Não queremos um apartheid digital, como tivemos um apartheid educacional no passado. Tanto há uma demanda por inclusão digital que as lan houses da periferias estão entupidas de jovens, que entram nas redes sociais sem usar todo o potencial dos computadores. É indispensável que a escola se modernize. O arranjo social da escola e o quadro negro são do século 18, os professores, do século 20 e os alunos, do século 21. Nós, que somos do século 20, somos imigrantes digitais, viemos de uma cultura analógica. A reflexão internacional demonstra que o computador na escola deve começar pelo professor.
O ensino médio é o maior nó em termos de evasão escolar. Não dá para o Brasil se acomodar com uma manchete que diz que 3,8 milhões de crianças e jovens de 4 a 17 anos estão fora da escola. E estão fora da pré-escola e do ensino médio. De um lado, porque não alfabetizou plenamente. O aluno perde a motivação e a capacidade de acompanhar, porque a escola não está interessante e porque o mundo do trabalho está aquecido.
E como podemos reagir de forma rápida? Dando tablet para o professor e conteúdo para ele preparar as aulas.
Uma questão mais urgente: como o sr. pretende blindar a próxima edição do Enem de mais uma crise?
O Brasil precisa ter convicção de que nenhum país desenvolvido deixa de usar instrumento semelhante ao Enem. Os Estados Unidos têm há 85 anos um exame nacional. A China tem um exame que o aluno pode fazer uma única vez na vida. Alemanha, Itália, França e Grã-Bretanha têm prova uma vez por ano. O Enem é critério de meritocracia num Estado republicano, especialmente entre os mais pobres. Houve aprimoramento ao longo desses anos, como a superação de grandes desafios logísticos de uma prova para 5,4 milhões de alunos. O Brasil não tem culpa de ser tão grande. E há riscos na logística.

Mas como evitar mais uma edição problemática?

Precisamos de um banco com um volume grande de questões. Nos EUA, há mais de 100 mil questões. Eles podem fazer sete vezes por ano, porque seleciona na hora as questões. Quando tivermos banco amplo, o risco acabará. É tanta questão a que você teria de ter acesso que o único caminho é estudar. A segunda questão são as redações. Precisamos aprimorar o critério de correção, para que tenhamos mais segurança na avaliação, pois sempre há componente subjetivo. Essas são as duas frentes mais importantes em que estamos trabalhando.

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,mercadante-quer-dar-bonus-para-escola-que-alfabetizar-aluno-de-ate-8-anos,834202,0.htm

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Minerais provocam aparecimento de ‘pintas’ em lago no Canadá

    Pela aparência, parece que este lago está com acne. Localizado perto de Vancouver, no Canadá, as pintas aparecem no verão, quando a água evapora.
   O lago Liluk, conhecido como "lago pintado", tem uma coleção de minerais ao longo de seus 38 hectares. Quando a água evapora, esses minerais se juntam em círculos coloridos.
   Os moradores têm feito campanha para convencer o governo a transformar a área em um parque nacional.



"Pintas" são formadas pela aglomeração de minerais quando a água evapora (Foto: Caters News)
   O lago foi fotografado ao longo dos últimos três anos pelo fotógrafo profissional Fred Schaad. "O visual do lago varia de acordo com a época do ano e até mesmo o ano em que ele é fotografado”, disse ele.
   "Os verões são quentes e secos em Okanagan, criando um clima semi-árido”, explicou. "Ao visitar o ‘lago pintado’ em abril ou maio, você provavelmente vai ver o que pode ser considerado como ‘piscina cheia’”.
    De acordo com Schaad, a qualidade terapêutica das águas do lago são conhecidas há séculos. Uma lenda local conta que, durante uma batalha, foi declarada trégua para permitir que tribos guerreiras cuidassem de seus feridos no lago, contou o fotógrafo.
    O lago Liluk contém uma das maiores concentrações mundiais de minerais, tais como o sulfato de magnésio, sulfatos de cálcio e de sódio, além de outros oito minerais e traços de quatro, entre eles a prata e titânio.
   "É um fenômeno natural raro e isso me inspirou a visitar o local e fotografar as suas cores maravilhosas, suas texturas e geometrias naturais”, afirmou. "O lugar também tem um significado histórico para os indígenas norte-americanos”.



domingo, 5 de fevereiro de 2012

Trekking de sábado - 04/02/2012

     Para quem ainda não conhece, Trekking é o nome genérico utilizado para designar o esporte enduro a pé de regularidade ou lazer em caminhadas ecológicas.
     Nessa prática, eu e os fotógrafos muriaeense Clélio Lima Jr e Jean Carlo Oliveira, percorremos uma via inédita para nós: Muriaé-Eugenópolis passando pelo São João e pela Prata. Ao todo foram 28km percorridos com uma média de 06 km/h, totalizando ao final 05h45min de caminhada.
     O caminho foi esse:
    
     Vimos belas paisagens: